| que angustia e faz, palpitar o seu coração, apenas reproduz o já esperado: é o vício, é a reincidência, é alucinação! A quem quer provar seus dotes? Que dotes? De mulher brejeira, auto-suficiente, fascinante? Ou profissional infalível, comestível até, mas plenamente competente? Ah... grandes equívocos te assolam, te esfolam... Não há mulher! Não há profissional! Não há diferença do animal vadio e despreocupado... O que há apenas... simplesmente... na plenitude peculiar e essencial, é o espírito maduro, que sabe estar no escuro, por isso busca, ultrapassa, aprende. Não admite que a couraça, o arremedo de gente seja insignificante. Assimila fragilidades sem condolências. Assume responsabilidade sem prepotências. É falível sim, plena e absolutamente capaz de tornar audível, visível, seu plano de paz... De buscar mais... De se reconhecer externa e internamente, um ser de luz que, se não irradia humildade contagia pela dignidade, integridade. E só por isso, apenas por isso, seduz. Encanta, espanta, ensina e aprende. Conduz... Márcia 18/02/94 |